31.8.09

Sade #1

"A SRA. DE SAINT-ANGE [para Dolmancé] atirando-se-lhe ao pescoço - (...) Quanto espírito e coragem é necessário para se poder ter saboreado, como vós, todos os prazeres! Só ao homem de génio está reservada a honra de quebrar todos os freios da ignorância e da estupidez. (...)"


in A Filosofia na Alcova by Marquês de Sade

28.8.09

acordo

acordo com os teus dedos a lubrificar-me
sem hesitação e sem licença, penetras-me de uma só vez
fodes-me bruscamente numa quase violação que me conduz numa espiral de prazer
puxas o meu cabelo enquanto cravas a tua mão no meu pescoço
embates furiosamente contra as minhas nádegas
com os dedos ainda presos no meu cabelo, viras-me
sugo-te vorazmente, penetras-me até ao fundo da garganta
fodo-te até te vires
engulo até à última gota
lambo qualquer vestigio
beijo o teu caralho
deitas-te a meu lado
adormecemos novamente

27.8.09

sonho #1

Estou numa cadeira de madeira maciça, antiquada, com braços. Estou na cadeira, amarrada de mãos, pés e tronco. Não me consigo libertar ou praticamente mover. Atrás de mim está um homem. Sinto o corpo dele encostado no meu, onde terminam as costas da cadeira e começam as minhas. Nesse espaço de contacto físico sinto a volumosa erecção quente dele empurrada contra mim. Não vejo o homem. Só o sinto. Sei que está vestido e levemente perfumado. Sei que tem luvas pretas, de cabedal. Sinto o toque do cabedal na minha pele, no meu pescoço, na minha nuca, no meu cabelo. Aperta-me levemente o pescoço. Prende o meu cabelo na mão e enrola-o como se fosse uma corda. Dói-me, mas não me queixo. Mordo levemente o lábio. Desliza as mãos sobre o meu peito, agarra as minhas mamas com vontade. O cabedal sobre a minha pele,  sobre os meus mamilos, excita-me. Mantendo-se atrás da cadeira, as suas luvas percorrem levemente a barriga e separam-se para acariciar as minhas coxas, aproximando-se lentamente do meu sexo.  Toca apenas nos lábios, provoca-me beliscando-os levemente, apertando-os entre o cabedal. Circunda o meu clit proeminente e penetra-me de uma só vez, fode-me com a luva. O contacto do cabedal com a minha cona molhada dá-me uma sensação de prazer imenso.  Subitamente, o homem levanta-se e empurra a minha cabeça em frente, enterrando a minha cara no sexo húmido aberto para mim. Empurra-me até eu não conseguir respirar. Primeiro instinto: debato-me, agito-me na cadeira sem conseguir libertar-me. Começo a mexer a cabeça para tentar respirar. E começo a ficar tonta, sem ar, com os meus sentidos invadidos pelo cheiro quente daquele sexo. Paro. Sinto a pélvis dela a ondular contra mim, a despertar-me. Começo a beijá-la devagar, a descobrir como me sinto e a descobrir que gosto daquele sabor. O homem puxa-me pelo cabelo, afasta-me da mulher. Olho em frente e deparo com várias mulheres sentadas numa mesa giratória, sentadas mesmo na beirinha, nuas e de pernas afastadas expondo os seus sexos convidativos, molhados. Ainda não recuperada da visão, a mesa roda, e o homem empurra-me contra uma nova cona húmida e ávida de atenção. Percorro com vontade cada recanto, deliciando-me com aquele sabor. Novamente afastada, nova volta e sou novamente forçada contra uma nova vulva palpitante que penetro com a minha língua, sentindo-a mover-se contra a minha boca, a gozar cada movimento. Rapidamente o homem me oferece um novo sexo, que me permite apenas beijar, fazendo nova troca. O contacto é cada vez mais curto, a velocidade da mesa é cada vez maior e a minha tesão cada vez mais descontrolada. Inesperadamente, as mulheres descem da mesa e apoderam-se do meu corpo sedento e indefeso, ainda amarrado. Afastam-me as pernas e devoram-me a cona, as mamas, o pescoço, a boca, os dedos, tudo quanto alcançam, sinto mãos incontáveis sobre mim, bocas provocantes, mamas na minha cara e sexos esfregados contra o meu corpo. Acordo. Fodes-me por trás. Adormeci como habitual de pernas afastadas e apercebeste-te que estava num sonho, agitada, a gemer e descobriste-me mais molhada do que nunca, excitada por uma boa foda. Não resististe a penetrar-me sem pedir, mesmo adormecida como estava fodes-me por trás enquanto me exploras com a mão. Acordo num orgasmo descontrolado. Ainda mal recuperada de tanta intensidade, viras-me. Enfias esse caralho na minha boca. Uma mão a rodear-me o pescoço e a outra a puxar-me o cabelo e forças-me repetidamente até te vires e eu te beber todo, lamber-te satisfeita até não restar uma só gota. E de sorriso felino e corpo estirado, perder-me nos teus contornos e adormecer novamente.

25.8.09

vontade


sabes que adoro....
mais ainda quanto te pões de quatro pra mim...sem medo e sem pudor...

23.8.09

boobs

hoje apetece-me imenso




passei a manhã na praia e...


o meu olhar era irresistivelmente atraido para as mamas que me rodeavam...
sempre que fechava os olhos imaginava-me a agarrar umas belas mamas
primeiro a acariciá-las devagar, simplesmente a provocar, a antecipar o prazer
cada vez a aperta-las com mais força nas minhas mãos
sentir os mamilos erectos na palma das minhas mãos através do bikini molhado
passar a lingua sobre o tecido molhado, mamar levemente
afastar devagar o tecido molhado até as expor totalmente
lambuzá-las completamente, mama-las bem, passa-las por toda a minha cara
encosta-las nas minhas, roçar os mamilos e aperta-las contra as minhas
que saudades de disfrutar de umas mamas com vontade

já bastante molhada e com dificuldade em manter sossegada na toalha
o cenário complica-se


mesmo a minha frente surge uma mulher de bikini branco
deita-se de bruços na toalha
pernas ligeiramente afastadas, rabo bem redondo e empinado
acabada de sair da água, com o bikini molhado um pouco transparente
fiquei imóvel e felicitei-me por ter colocado os óculos de sol
o meu olhar fixou-se inevitavelmente naquele espaço entre as suas coxas
o tecido molhado, translucido e bem colado deixava adivinhar todos os contornos daquela vulva
a minha imaginação rapidamente me levou para uma realidade paralela onde...
onde me deitei entre as suas pernas e desenhei todo o seu sexo através do tecido
onde ela instintivamente empinou mais o rabo como resposta ao meu toque
onde sentia o corpo dela a pedir-me mais, olhando-me sobre o ombro com um olhar de desafio
onde ousei introduzir um dedo entre o tecido molhado e o sexo molhado para a acariciar
onde afastei o tecido para a contemplar
onde lambi e mordisquei os seus lábios
onde senti o sabor do mar e do seu sexo
onde firmei uma mão na sua nádega, apertando-a entre os meus dedos
onde rodeei o seu clit com a minha lingua
onde introduzi os dedos na sua cona quente e comecei a fodê-la
onde passeei a minha lingua entre o clit, a cona e o cu até começar a senti-la apertar-se
onde ela enterrou a cara na toalha
onde eu voltei a rodear firmemente o clit, dando livre uso aos meus dedos
onde ela se veio na minha boca
onde...voltei a realidade
onde... já em casa tive um divino orgasmo no banho pelas saudades que tenho de sentir uma mulher....
e a vontade de a partilhar...