Estou numa cadeira de madeira maciça, antiquada, com
braços. Estou na cadeira, amarrada de mãos, pés e tronco. Não me consigo libertar ou
praticamente mover. Atrás de mim está um homem. Sinto o corpo dele encostado no
meu, onde terminam as costas da cadeira e começam as minhas. Nesse espaço de
contacto físico sinto a volumosa erecção quente dele empurrada contra mim. Não
vejo o homem. Só o sinto. Sei que está vestido e levemente perfumado. Sei que
tem luvas pretas, de cabedal. Sinto o toque do cabedal na minha pele, no meu
pescoço, na minha nuca, no meu cabelo. Aperta-me levemente o pescoço. Prende o
meu cabelo na mão e enrola-o como se fosse uma corda. Dói-me, mas não me
queixo. Mordo levemente o lábio. Desliza as mãos sobre o meu peito, agarra as minhas mamas com vontade. O cabedal sobre a minha pele, sobre os meus mamilos, excita-me. Mantendo-se atrás da cadeira, as suas luvas percorrem levemente a barriga e separam-se para acariciar as minhas coxas, aproximando-se lentamente do meu sexo. Toca apenas nos lábios, provoca-me beliscando-os levemente, apertando-os entre o cabedal. Circunda o meu clit proeminente e penetra-me de uma só vez, fode-me com a luva. O contacto do cabedal com a minha cona molhada dá-me uma sensação de prazer imenso. Subitamente, o homem levanta-se e empurra a minha cabeça em frente,
enterrando a minha cara no sexo húmido aberto para mim. Empurra-me até eu não
conseguir respirar. Primeiro instinto: debato-me, agito-me na cadeira sem
conseguir libertar-me. Começo a mexer a cabeça para tentar respirar. E começo a
ficar tonta, sem ar, com os meus sentidos invadidos pelo cheiro quente daquele
sexo. Paro. Sinto a pélvis dela a ondular contra mim, a despertar-me. Começo a
beijá-la devagar, a descobrir como me sinto e a descobrir que gosto daquele
sabor. O homem puxa-me pelo cabelo, afasta-me da mulher. Olho em frente e
deparo com várias mulheres sentadas numa mesa giratória, sentadas mesmo na
beirinha, nuas e de pernas afastadas expondo os seus sexos convidativos,
molhados. Ainda não recuperada da visão, a mesa roda, e o homem empurra-me
contra uma nova cona húmida e ávida de atenção. Percorro com vontade cada
recanto, deliciando-me com aquele sabor. Novamente afastada, nova volta e sou
novamente forçada contra uma nova vulva palpitante que penetro com a minha
língua, sentindo-a mover-se contra a minha boca, a gozar cada movimento.
Rapidamente o homem me oferece um novo sexo, que me permite apenas beijar,
fazendo nova troca. O contacto é cada vez mais curto, a velocidade da mesa é
cada vez maior e a minha tesão cada vez mais descontrolada. Inesperadamente, as
mulheres descem da mesa e apoderam-se do meu corpo sedento e indefeso, ainda
amarrado. Afastam-me as pernas e devoram-me a cona, as mamas, o pescoço, a
boca, os dedos, tudo quanto alcançam, sinto mãos incontáveis sobre mim, bocas
provocantes, mamas na minha cara e sexos esfregados contra o meu corpo. Acordo.
Fodes-me por trás. Adormeci como habitual de pernas afastadas e apercebeste-te
que estava num sonho, agitada, a gemer e descobriste-me mais molhada do que
nunca, excitada por uma boa foda. Não resististe a penetrar-me sem pedir, mesmo
adormecida como estava fodes-me por trás enquanto me exploras com a mão. Acordo
num orgasmo descontrolado. Ainda mal recuperada de tanta intensidade, viras-me.
Enfias esse caralho na minha boca. Uma mão a rodear-me o pescoço e a outra a
puxar-me o cabelo e forças-me repetidamente até te vires e eu te beber todo,
lamber-te satisfeita até não restar uma só gota. E de sorriso felino e corpo
estirado, perder-me nos teus contornos e adormecer novamente.
Mais um Carnaval!
Há 6 anos


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